“Quando sucederão estas coisas?”
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Houvessem os adventistas, depois do grande desapontamento
de 1844, sustido firme sua fé e seguido avante unidos, segundo a
providência de Deus lhes abria o caminho, recebendo a mensagem
do terceiro anjo e no poder do Espírito Santo proclamando-a ao
mundo, haveriam visto a salvação de Deus, o Senhor teria operado
poderosamente com os esforços deles, a obra haveria sido concluída,
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e Cristo teria vindo antes para receber Seu povo para dar-lhe o
seu galardão. ... Não era a vontade de Deus que a vinda de Cristo
houvesse sido assim retardada. ...
Por quarenta anos a incredulidade, a murmuração e a rebelião
excluíram o antigo Israel da terra de Canaã. Os mesmos pecados
têm retardado a entrada do Israel moderna na Canaã celestial. Em
nenhum dos casos houve falta da parte das promessas de Deus. É a
incredulidade, a mundanidade, a falta de consagração e a contenda
entre o professo povo de Deus que nos têm detido neste mundo de
pecado e dor por tantos anos. —
Evangelismo, 695-696
.
Houvesse a igreja de Cristo feito a obra que lhe era designada,
como Ele ordenou, o mundo inteiro haveria sido antes advertido, e
o Senhor Jesus teria vindo à Terra em poder e grande glória. —
O
Desejado de Todas as Nações, 634
.
As promessas de Deus são condicionais
Em suas mensagens aos homens, os anjos de Deus apresentam o
tempo como sendo muito breve. Ver
Romanos 13:11-12
;
1 Coríntios
7:29
;
1 Tessalonicenses 4:15-17
;
Hebreus 10:25
;
Tiago 5:8-9
;
1 Pe-
dro 4:7
;
Apocalipse 22:6-7
. Assim me tem sempre sido apresentado.
Verdade é que o tempo se tem prolongado além do que esperávamos
nos primitivos dias desta mensagem. Nosso Salvador não apareceu
tão breve como esperávamos. Falhou, porém, a Palavra de Deus?
Absolutamente! Cumpre lembrar que as promessas e as ameaças
de Deus são igualmente condicionais. Ver
Jeremias 18:7-10
;
Jonas
3:4-10
. ...
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Talvez tenhamos de permanecer muitos anos mais neste mundo
por causa de insubordinação, como aconteceu com os filhos de Israel;
mas por amor de Cristo, Seu povo não deve acrescentar pecado a
pecado, responsabilizando a Deus pela conseqüência de seu próprio
procedimento errado. —
Evangelismo, 695-696
.